quinta-feira, 19 de abril de 2012

Honda CG em dez capítulos

Fabricada no Brasil desde a década de 1970, a Honda CG já passou por seis gerações e mudou muito até assumir a forma como nós a conhecemos hoje. Ícone entre as motos de baixa cilindrada, a street foi o veículo mais vendido do Brasil em 2011, com 457.993 unidades emplacadas da versão com 150cc. Para mostrar como tudo começou, a Agência INFOMOTO listou dez variações da street da Honda para recontar a trajetória da moto mais vista pelas ruas brasileiras.
1 - O nascimento – 1976
O ano marca a estreia da CG no mercado brasileiro e também o início da fabricação de motos pela Honda na planta de Manaus (AM). Desde então, ela já contava com o motor de um cilindro e 125cc que a tornou famosa e um câmbio de quatro marchas. Uma das particularidades do modelo era a chave de ignição, que ficava abaixo do tanque.
2 - A evolução – Década de 1980
Além de se tornar a primeira moto do mundo a rodar com álcool em 1981, a CG teve outras mudanças para esta segunda geração. O modelo recebeu linhas mais retas, paralama dianteiro de plástico na cor da moto, farol retangular e câmbio de cinco marchas.
3 - Para trabalhar – Versão Cargo (1988)
Ainda na década de 1980, a Honda resolveu aproveitar a vocação da CG 125 como ferramenta de trabalho. O aumento do número de profissionais que utilizam a moto para pequenas entregas inspirou a fabricante e, assim, a Cargo chegou ao mercado. Com chassi reforçado, banco monoposto e bagageiro planejado para instalação de baú, o modelo é comercializado até hoje pela Honda.
4 - Today – 1989
Em 1990, a CG 125 ganhou o sobrenome “Today”. A nova nomenclatura veio acompanhada de modificações visuais – principalmente na rabeta, cujo desenho passou a envolver parcialmente a lanterna e o novo conjunto de suspensão da balança. Fora isso, a terceira geração também ganhou alterações no sistema de ignição e em alguns componentes do motor.
5 - O início da era Titan – 1994
Na segunda metade da década de 1990, a CG recebeu o nome de Titan, uma clara referência a sua robustez, espécie de “Fusca” das motos. Além do novo sobrenome, a moto recebeu melhorias nos conjuntos de suspensão e no sistema elétrico. Vieram também as linhas mais arredondadas do tanque e das tampas laterais que aposentaram o “visual quadrado” que permaneceu até a versão Today. A quarta geração também foi a última a adotar o farol quadrado.
6 - Múltiplas CG’s – 2000
No ano 2000, a street da Honda se dividiu nas versões KS, com partida a pedal e freios a tambor e ES, que trazia partida elétrica, freio dianteiro a disco, pedaleira do garupa fixado no chassi. Entre os novos itens de série estavam painel com marcador de combustível, bateria selada e tanque com 13 litros. Dois anos depois, chegou ao mercado a versão intermediária KSE, com partida elétrica, freios a tambor e os mesmos itens de série apresentadas dois anos antes.
7 - Motor de 150cc - 2004
A chegada da sexta geração da CG trouxe a mais significativa mudança desde a sua estreia no mercado. O motor de 124,1 cm³ dá lugar a um novo com 149,2 cm³ e a CG passa a se chamar 150 Titan. No mesmo ano, além das três versões, a CG 150 também foi disponibilizada em uma versão Sport com leves alterações mecânicas para extrair um pouco mais de potência do motor.
8 - Fan, a divisora de águas – 2005
Para não perder os motociclistas mais tradicionais e fãs do motor de 125cc, a Honda lançou a Fan, como modelo de entrada da marca. Entretanto, o aspecto se manteve fiel às streets utilitárias, sem rodas de liga leve ou carenagem no farol e a Honda comercializa até hoje as versões de 125 e 150cc como alternativa à Titan.
9 - A edição especial – 2006
Em 2006, a CG 150 Titan ganhou uma edição especial para comemorar os 35 anos da Honda no Brasil. A moto trazia pintura alaranjada e grafismos pretos e dourados em alusão às primeiras CGs produzidas no país durante a década de 1970, além da inscrição “1971-2006 Special Edition” na rabeta. A edição comemorativa da Titan foi limitada a apenas seis mil exemplares.
10 - Injetada e bicombustível – 2009
No final de 2008, a Honda apresentou a CG equipada com injeção eletrônica. No ano seguinte, enquanto a era dos carros com capacidade de rodar com álcool e gasolina simultaneamente já havia começado, com as motos isso virou realidade. A CG 150 Titan Mix foi a primeira motocicleta do mundo a adotar este sistema. Vendida nas três versões padrão da Honda (KS, ES e ESD), a moto ganhou também um novo conjunto óptico com piscas incorporados à pequena carenagem do farol. Hoje, a Titan é comercializada apenas nas versões ESD (mais completa) e EX, que acrescenta as rodas de liga leve.
Fonte: iCarros

segunda-feira, 16 de abril de 2012

Lorenzo conquista Qatar

Jorge Lorenzo (Yamaha Factory Racing) garantiu a primeira vitória de 2012 do MotoGP™ no Qatar após disputa com com o Campeão do Mundo Casey Stoner e com o companheiro de equipe Dani Pedrosa, durante toda a corrida de 22 voltas.
Apesar da vitória da Yamaha, a Repsol Honda garantiu duplo pódio com Dani Pedrosa em segundo e Casey Stoner em terceiro, prevendo um campeonato ainda mais disputdo.
Proximo encontro da MotoGP dia 29 de abril na Espanha.

sábado, 14 de abril de 2012

Ryno

Scooter eletrico mono roda, veja mais no site da Ryno.





terça-feira, 10 de abril de 2012

Minas Gerais

De acordo com levantamento realizado pela Abraciclo (associação que reúne os fabricantes de motocicletas), o Estado de Minas Gerais tem 18% mais motos do que pilotos habilitados na chamada categoria “A”.

Para José Eduardo Gonçalves, diretor executivo da Abraciclo, o dado é preocupante. “Sem o preparo ofertado pelo curso para a habilitação, o motociclista está sujeito a mais falhas de controle do veículo, maior negligência em relação aos equipamentos de segurança e a uma direção mais imprudente”, explica Gonçalves.

Hoje, o Estado de Minas Gerais é o único da região Sudeste que apresenta este quadro e possui a segunda maior frota de motocicletas do país, com 2.075.169, número que corresponde a 11% do total brasileiro.


Foto: Divulgação
Fonte: Agência Infomoto

domingo, 8 de abril de 2012

Pro Tork anuncia fábrica de motocicletas

A maior empresa de motopeças da América Latina agora também é fabricante de motocicletas. O anúncio foi feito oficialmente pela Pro Tork nesta quarta-feira, dia 4, em Siqueira Campos (PR), cidade onde estão situadas suas sete unidades. A entrada se dá através da produção inicial de três modelos de baixa cilindradas, com a melhor relação custo/benefício do mercado.

A Fly 50, Fly 100 e Heavy Duty Pro Tork se aliam as minimotos TR 50F e TR 100F, que já eram produzidas pela empresa. O investimento total será de R$ 50 milhões. A nova fábrica conta com seis mil metros quadrados, tem capacidade produtiva de 400 motocicletas por dia e deve gerar cerca de 500 empregos dentro de um ano. Os modelos já estão disponíveis para comercialização no Brasil e na América do Sul.

Conheça as motos Pro Tork

A Fly 50 é um ciclomotor de propulsão humana, que conta com uma série de atributos, como motor quatro tempos de 50 cilindradas, refrigeração a ar, pedal, partida elétrica, rodas de liga leve, freio dianteiro a disco, marcador de combustível no painel, entre outros.


A Fly 100 chega para concorrer com as motos da categoria CUB das principais montadoras do país. O veículo conta com motor de 100 cilindradas, partida elétrica, freio dianteiro a disco, rodas de liga leve, entre uma série de outros atributos.

O Heavy Duty Pro Tork trata-se de um triciclo de carga com capacidade para até 300 quilos. Versátil, pode ser utilizado em diversos tipos de negócios, inclusive em propriedades rurais. Seu motor conta com 200 cilindradas e cinco marchas, mais ré. Extremamente econômico, faz até 25 quilômetros com um litro de combustível.

A TR 100F conta com motor quatro tempos, refrigeração a ar, câmbio de quatro marchas semiautomático e freios a disco em ambas as rodas. O veículo pode ser encontrado no mercado nas versões aro 10 e 12.

A TR 50F é primeira minimoto de 50cc com motorização quatro tempos fabricada no país. Disponível nas versões aro 10 e 12, com câmbio de três marchas semiautomático e freios a disco em ambas as rodas. Sucesso de vendas no mercado, a TR 50F desperta a curiosidade tanto de crianças quanto de adultos.

Fonte: Pro Tork

Ninja 250R para mulheres

Customização! Essa palavra nunca esteve tanto em voga como nos dias de hoje. Montadoras fazem parcerias com empresas especializadas em adesivagem, estúdios de customização não param de receber clientes e novos acessórios surgem todos os dias, tudo para dar um ar exclusivo e único para o veículo. Seguindo essa tendência, a concessionária Kawasaki Voar, de Goiás, “customizou” uma Ninja 250R com adesivos para o público feminino.



Por R$ 550 a mais, a motociclista pode rodar nessa Ninja 250R com um toque feminino
Sem alterar o documento, que neste caso sai na cor branca, original da moto, e pagando R$ 550 a mais por essa exclusividade, a interessada consegue pilotar uma moto com sua cara. E, se o cliente preferir, a concessionária ainda faz o desenho escolhido por ele em qualquer cor. E aí internautas e motociclistas curtiram essa personalização? Como você gostaria de adesivar sua Ninjinha 250?

sexta-feira, 6 de abril de 2012

TOP 10: Os dez pilotos mais vitoriosos da MotoGP

O Mundial de Motovelocidade vai começar neste final de semana (8/4), em Losail, no Catar. De 1949 - ano que a Federação Internacional de Motociclismo (FIM) organizou a primeira temporada - para cá, as regras e as motos mudaram bastante e muitos pilotos se sagraram campeões nas três categorias que formam o atual Campeonato Mundial — 125 cc, 250 cc e MotoGP, ou, no formato atual, Moto3 (250 cc), Moto2 (600 cc) e MotoGP. A categoria máxima do motociclismo mundial, a MotoGP já chegou a ser disputada com motores de 500 cc, 990 cc, 800 cc, e, neste ano, vê a volta dos propulsores de 1000 cm³. Aproveitando o início do certame e relembrando toda a evolução do motociclismo, a Agência INFOMOTO reuniu os dez pilotos mais vitoriosos da história na categoria rainha da motovelocidade mundial, confira!
1 - Giacomo Agostini

Giacomo Agostini ainda é para muitos o piloto mais completo da história. Detentor de oito títulos na 500cc, este italiano revolucionou a maneira de pilotar da época. Sete campeonatos mundiais vieram em sequência, de 1966 a 1972, comprovando a supremacia de “Ago” a bordo de sua MV Agusta. Agostini ainda tem mais sete títulos mundiais nas categorias de acesso (250cc ou 350cc), o que faz dele o maior vitorioso de todos os tempos.
2 - Valentino Rossi

Natural de Urbino, na Itália, Valentino Rossi é uma lenda viva do motociclismo. Sete vezes campeão da MotoGP, “Il Bambino D’Oro” só perde para seu conterrâneo Giacomo Agostini em número de títulos, mas ainda pode alcançá-lo, já que disputará a temporada 2012 do Mundial de Motovelocidade pela Ducati. Aliás, desde “Ago” a Itália não vê um conjunto (homem/moto) italiano vencedor. Rossi ganhou na Yamaha e na Honda.
3 - Michael Doohan

Quem acompanhou a MotoGP no ano passado viu o australiano Casey Stoner ganhar seu segundo título mundial. Embora bom piloto, Stoner tem uma sombra para superar em sua terra natal: o também australiano Michael Doohan. Doohan chegou a vencer cinco vezes consecutiva a 500cc, de 1994 a 1998, sendo considerado o melhor piloto daquela década e um dos maiores da história. Todos seus títulos foram conquistados a bordo de uma Honda.
4 - Eddie Lawson

O primeiro representante norte-americano da lista se destacou na Yamaha e na Honda. Tetracampeão mundial da 500cc, Eddie Lawson faturou todos seus canecos na década de 1980 e se destacava pela técnica apurada e também por raramente cair. O que lhe rendeu o apelido de “Steady” Lawson, algo como Lawson, o estável.
5 - Mike Hailwood

O piloto britânico Stanley Michael Bailey Hailwood também foi um dos destaque da motovelocidade nas década de 50 e 60. Ganhou seu primeiro GP em 1959, pela Ducati. Em função de sua extrema habilidade ficou conhecido nas pistas como Mike "The Bike". Chegou a erguer quatro títulos na categoria máxima do Mundial de Motovelocidade e depois das duas rodas se aventurou na Fórmula 1, sendo um dos poucos a disputar as principais categorias de moto e carros.
6 - Geoff Duke

O piloto Geoffrey Ernest Duke é o mais experiente desta lista. Disputou e ganhou quatro campeonatos mundiais na 500cc, todos na década de 1950 — mais precisamente 51, 53, 54 e 55. Britânico, Duke escreveu seu nome da história do motociclismo a bordo de uma Norton e somou 33 vitórias ao longo de sua carreira.
7 - John Surtees

O inglês John Norman Surtees é o único campeão mundial em quatro e duas rodas. A bordo da MV Agusta, Surtees faturou quatro títulos mundiais, o último em 1960. Foi quando o piloto trocou as motos pelos carros e ingressou na Fórmula 1 competindo pela equipa Lotus no Grande Prêmio de Mônaco, em Monte Carlo. Depois disso, Surtees foi para a Ferrari e venceu o campeonato pela equipe italiana em 1964.
8 - Kenny Roberts

Kenny Roberts foi o primeiro norte-americano a ser campeão da categoria máxima do motociclismo mundial. Com 24 vitórias na carreira e mais de 40 pódios, Roberts se sagrou campeão em 1978, 79 e 80. Além do estilo arrojado de pilotagem, Roberts ficou marcado por tirar de sua Yamaha mais do que ela podia dar. Com isso, Roberts quebrou a sequencia de títulos de Barry Sheene e sua imbatível Suzuki, bi-campeão em 1976 e 1977.
9 - Wayne Rainey

Tricampeão mundial das 500cc de 1990 a 1992, Rainey conquistou seus títulos pilotando uma Yamaha. Infelizmente o piloto sofreu um acidente no circuito de Misano, em 1993, e ficou paraplégico. Especialistas afirmam que Rainey tinha tudo para faturar o título daquele ano e continuar brilhando na Yamaha por muitos anos.
10 - Phil Read

Para fechar a lista escolhemos o inglês Phillip William Read. Primeiro motociclista a ser campeão nas categorias 125cc, 250cc e 500cc, Read subiu 121 vezes no pódio na carreira, sendo 52 vitórias. Na 500cc, o piloto foi campeão em 1973 e 74 a bordo de uma MV Agusta, quebrando a sequência de títulos de Giacomo Agostini.

Fonte: iCarros

III Moto Fair 2012







Motos da Polícia Militar de Minas Gerais

Novidade da Traxx, a nova Fly com motor 150 cc e desing atualizado, detalhe para setas que ficam na aba do tanque, promete acirrar a briga na categoria.

quinta-feira, 5 de abril de 2012

Páscoa Ducati

A páscoa está chegando, e a fábrica de chocolate italiano Balocco , tem uma surpresa para os amantes de motocicletas em um dos seus modelos de ovos. Eles estão trazendo especialmente para esta Páscoa, um belo, e provavelmente gostoso, ovo de Páscoa com a marca Ducati Corse.

O ovo de páscoa Ducati, tem 320 gramas de chocolate ao leite com as cores e logotipos da Ducati, dentro há uma surpresa. Bem, não é muito uma surpresa, é um modelo em miniatura de escala 1:18 da Maisto.

Você pode encontrar a MotoGP de Rossi (no ano passado ), a Multistrada 1200 ou a Monster 696. Nada mau para uma “surpresa”.

A coisa toda, chocolate e modelo só vai te custar 14,95 € (cerca de 35 reais) mas e você terá problemas para encontrá-los no seu supermercado local, a menos que você viva na Itália…

Fonte:Mundo Moto